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Casa do Tatuapé é uma construção característica do período bandeirista. A construção do imóvel, em taipa de pilão
e pau-a-pique, situa-se, provavelmente, no período de 1688 a 1698.
Em 1668 era proprietário da área, onde se localiza o imóvel, o padre
Matheus Nunes de Siqueira, que nomeou Mathias Rodrigues da Silva
como administrador de seus bens. A este último é atribuída a construção
da casa, pois em 1698 o imóvel aparece pela primeira vez descrita
no testamento de Catarina D'Orta, sua esposa.
Durante um século e meio a casa serviu apenas como moradia. Depois
disso passou a ser utilizada também como olaria que, até o final
do século XIX, produzia exclusivamente telhas. Com a chegada dos
imigrantes italianos, disseminadores da construção em alvenaria,
passou a produzir tijolos.
Seu último proprietário, que ali residiu de 1877 a 1943, ano em
que faleceu, foi Elias Quartim de Albuquerque. Em 1945 a casa foi
adquirida pela Tecelagem Texília e tombada pelo Patrimônio Histórico
Nacional. Em 1979, o Município efetivou a desapropriação do imóvel
que, a seguir, foi restaurado, revitalizado e finalmente aberto
à visitação pública a partir de 1981. A partir de 1993, com a criação
do Museu da Cidade, a Casa do Tatuapé passou a ser um de seus pólos
de atuação.
Atividades:
Voltadas prioritariamente a atividades com a Terceira
Idade.
Endereço:
Rua Guabijú, 49, Tatuapé.
Telefone: (011) 3106 2218
Horário:
de terça a domingo, das 9:00 às 17:00 hs
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